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ANDRÉ PAES

Seja corajoso e anime-se! O Eterno, o seu Deus, está com você a cada passo neste caminho. (Js.1:9)

Série Decisões – “O que trará mais honra a Deus?” (16/02/14)

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Série Decisões – “A história de sua vida” (02/02/14)

Série Decisões – “Estou sendo honesto comigo mesmo?” (26/01/14)

Natal – mensagem 15/12/13

Pausa… ou mais ou menos isso…

pauseAmigos(as), nos últimos dias/semanas estou numa fase de transição no trabalho, na comunidade e atividades pessoais que demandam um certo comprometimento de tempo e não tenho conseguido atualizar o site com mais frequência. Estou reorganizando minha agenda familiar e ministerial para 2014 e pretendo reformular o blog. Enquanto isso, vou manter as postagens atualizadas  pelo “facebook” (https://www.facebook.com/andreedelaine.paes) e por aqui com menos regularidade. Assim que tiver novidades, dou um alo para todos. Deus abençoe vcs!

A Igreja e sua missão

Lembranças

A memória de Jesus (por Elben César)

O texto a seguir foi citado na mensagem deste domingo (27/10/13). Deus abençoe sua nova semana!

céuCriarei novos céus e nova terra, e as coisas passadas não serão lembradas. Jamais virão à mente! [Isaías 65.17, NVI]

Na primeira das três perguntas feitas a Simão Pedro na praia do mar da Galileia, Jesus disse: “Simão, filho de João, você me ama mais do que estes outros me amam?” (Jo 21.15, NTLH). O Senhor estava se lembrando da imprudência de Pedro quando este, algumas semanas antes, na reunião realizada no Cenáculo, havia prometido: “Eu nunca abandonarei o Senhor,mesmo que todos o abandonem” (Mt 26.33, NTLH). Nas outras duas perguntas, Jesus retira a palavra mais, ficando apenas “Simão, filho de João, você me ama?” (Jo 21.16-17, NTLH).

Quando Jesus, depois de restaurar Pedro em público, lhe diz duas vezes: “Venha comigo!” (Jo 21.19, 22, NTLH), ele estava se lembrando da ocasião quando, três anos antes, “andando pela beira da lagoa da Galileia”, viu os dois irmãos e pescadores Pedro e André, e os convidou: “Venham comigo” (Mt 4.19, NTLH).

A memória de Jesus é muito boa, exceto quando se trata do pecado: “Eu perdoarei os seus pecados e nunca mais lembrarei das suas maldades” (Hb 8.12, NTLH).

O ladrão que se converteu na cruz confiava na memória de Jesus, quando lhe pediu: “Jesus, lembre de mim quando o Senhor vier como Rei!” (Lc 23.42, NTLH).

— Lembra-te de mim, Senhor, não dos meus pecados nem das minhas recaídas!

>> Retirado de Refeições Diárias com Jesus. Editora Ultimato.

http://ultimato.com.br/sites/devocional-diaria/2013/10/12/autor/elben-cesar/a-memoria-de-jesus/

Vulnerabilidade a seu favor (por Rick Warren)

Citei esse texto do pr.Rick Warren (pastor da Igreja Saddleback, California – USA) na mensagem de 13/10/13 – encerramento da série “Tornando-se como Jesus”. Escrito há cerca de 7 anos, ainda tem muito significado para os dias de hoje. Leia, compartilhe e Deus abençoe sua vida!

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VULNERABILIDADE A SEU FAVOR (por Rick Warren) 

abraço ursoHá pessoas na igreja que não querem que você seja vulnerável. Elas querem lhe colocar uma auréola e fingir que você não é tentado. Querem acreditar que você está um pouco acima das duras realidades da vida. Mas essa crença nega a verdade. E também impede que tenhamos um impacto total na vida deles.

Alguns pastores vão sucumbir à pressão de manter uma imagem de “mais que humanos”. Mas não faça isso. Não deixe que as pessoas coloquem você em um pedestal. É desonesto. É hipocrisia. E quando a verdade inevitável vier à tona, as pessoas vão ficar decepcionadas porque acreditavam em uma visão não realista.

Quando o capitão James Cook, colonizador britânico, chegou ao Havaí, os nativos o tratavam como um deus e, na verdade, o elegeram como uma divindade. Ele não desencorajou essa imagem. E ainda a aceitou. Quando partiu, foi em direção ao mar, onde encontrou uma pesada tempestade que o forçou a voltar para a ilha. Os nativos viram que ele havia voltado por causa da tempestade e sentiram-se traídos. Pensavam que nenhum deus fugiria de uma tempestade; então atacaram o navio e mataram o capitão.

Por que você, como um pastor, deveria fazer o esforço de ser aberto e honesto sobre as suas fraquezas?

1. É emocionalmente sadio. “Vocês deveriam adquirir o hábito de admitir seus pecados uns aos outros, e orar uns pelos outros, para que vocês fossem curados” (Tg 5.16a). Usar uma máscara é irreal. Requer uma enorme quantidade de energia. Produz uma grande quantidade de tensão e estresse. E pode até gerar depressão. Pastores que se preocupam em manter uma imagem estão pedindo para ficar esgotados. Revelar os seus sentimentos é o começo da cura. Na verdade, existem algumas fraquezas da sua vida que só vão melhorar quando confessá-las à sua igreja.

2. É espiritualmente “autenticador”. “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (Tg 4.6b). Não podemos ser ministros sem a graça de Deus. Como fazemos para ter a graça que precisamos para pastorear as igrejas que Deus nos chamou? Deus dá graça aos humildes. Deus se deleita em nos abençoar quando entendemos quão fracos realmente somos. E quanto mais você reconhecer a sua fraqueza, mais o Espírito Santo pode lhe ajudar (Zc 4.6b). Todo pastor que quer o poder de Deus em sua vida e ministério precisa se lembrar que o poder vem com a fraqueza.

3. Sedimenta os relacionamentos. “Sentindo, assim, tanta afeição por vocês, decidimos dar-lhes não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria vida” (1 Ts 2.8a). Paulo dividiu a sua vida com as pessoas. Expôs-lhes seu coração. Não manteve a distância. Ele se relacionou de pessoa para pessoa. Quando você é honesto, as pessoas amam estar ao seu redor. As pessoas não se identificam com a perfeição. Elas se identificam com a humanidade.

Além disso, quando compartilhar uma dor pessoal com as pessoas da sua igreja, você vai descobrir um nível de comunhão que nunca conheceu antes. Algumas das pessoas mais solitárias que já conheci eram pastores. Acho que é porque tinham medo de ser vulneráveis. A vulnerabilidade também encoraja os outros a jogar fora suas máscaras. Eles percebem que é seguro sair do esconderijo. Se você pode ser honesto, eles podem ser honestos.

4. Reforça a sua liderança. A vulnerabilidade fará de você um líder mais respeitável. Todo líder tem fraquezas. O modo como você lida com elas vai determinar se as pessoas vão ajudá-lo ou recusá-lo como líder. Se você entender e aceitar as suas limitações, elas se tornarão úteis a você. Mas se ignorá-las, tornar-se-ão embaraços. As pessoas querem seguir um líder que é real. Quanto mais honesto você for sobre suas fraquezas, mais vão percebê-las como reais. Quanto mais real você for, mais credibilidade terá. Quanto mais credibilidade tiver, mais fácil será liderar e mais as pessoas vão estar dispostas a seguir você. A vulnerabilidade reforça lideranças ao invés de as destruir.

5. Aumenta o impacto da sua pregação. “Falamos abertamente a vocês, coríntios” (2 Co 6.11). Era comum durante a preparação do sermão eu me perguntar: “Qual é a maneira mais impactante de falar sobre esse ponto?” Agora eu me pergunto: “Qual é a maneira mais pessoal de apresentar esse ponto?” Descobri que a maneira mais pessoal é a maneira mais impactante. Eu sou muito mais uma testemunha do que um orador. Quando falo inundado de experiência, falo com convicção. E convicção move as pessoas.

(Tradução de Rachel Vieira Belo de Azevedo)

Link: http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=69&materia=728

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