Até quando esconderás de mim o teu rosto? (Sl 13.1.)

É o rosto de Deus sobre nós que mostra a sua bondade e o seu cuidado.

É por isso que o salmista reclama: “Até quando esconderás de mim o teu rosto?” (13.1).

É por isso que o salmista pede: “Não escondas de mim o teu rosto quando estou atribulado” (102.2).

É por isso que o salmista cita a bênção sacerdotal: “Faze o teu rosto resplandecer sobre o teu servo; salva-me por teu amor leal” (31.16); “Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe e faça resplandecer o seu rosto sobre nós” (67.1); “Restaura-nos, ó Deus! Faze resplandecer sobre nós o teu rosto, para que sejamos salvos” (80.3).

A memória do salmista guardava a ordem de Deus a Moisés: “Diga a Arão e aos seus filhos: Assim vocês abençoarão os israelitas: O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte sobre ti o seu rosto e te dê paz” (Nm 6.22-26).

Retirado de Refeições Diárias com Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006)

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