Lí um texto muito bom na internet (notasdeaprendiz.blogspot.com) e a autora citava uma tira do Pateta, personagem da Disney que dizia: “À minha frente tenho o norte, atrás de mim está o sul. À minha direita está o leste e à minha esquerda está o oeste. E daí? E daí que eu sou o centro do universo!”.

Hoje, existe um ensino teológico na praça que reforça essa ideia que “o mundo (inclusive o religioso) gira ao meu redor”. Toda hora ouvimos: “você foi feito pra vencer; você tem direitos porque você é filho do Rei; você… você… você…” .

Essa enfase maluca no “eu” (ou “você”, se preferir) gera uma lógica do amor a Deus na “condicional”. “Se” Deus fizer isto, então eu vou serví-lo. “Se” Deus me livrar daquilo, então eu vou dar isso; e por aí vai. Acabamos caindo na armadilha do Diabo que ele tanto tentou pregar em Jó, quando o questionamento que ele leva até Deus foi se Jó o servia por quem Deus “é” ou por aquilo que Ele fazia ou abençoava.

Livre-se dessa maneira errada de pensar. Assim como o nosso planeta, não somos o centro do universo. Aliás, Jesus é o único que sustenta todas as coisas (Hb.1:3) e é o centro de tudo! Não inverta as coisas.

Precisamos lembrar dia-a-dia a morte do “eu”. Como está escrito em Gl.2:20, “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”

A graça dEle te basta.

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