Estou terminando a leitura do novo livro de Francis Chan, “O Deus Esquecido” (lançamento da editora Mundo Cristão – leia texto abaixo). Fantástico! Chan consegue com uma maneira de escrever leve, simples, direta e bíblica, tocar em questões que nos fazem parar e rever nossa caminhada de vida e como temos refletido a presença de Deus em nós diante desta geração. Cito a seguir algumas frases deste livro. Deus te abençoe!

“O modelo de adoração baseado no ´entretenimento´ foi amplamente adotado nos anos 1980 e 1990. Embora contribua para nos libertar do tédio por mais ou menos duas horas por semana, esse modelo encheu nossas igrejas de consumidores preocupados apenas com eles mesmos, em vez de servos dispostos a qualquer sacrifício e em constante comunhão com o Espírito Santo.”

“(…) se o Espírito Santo age, nada pode impedi-lo. Se ele não age, não conseguiremos produzir frutos genuínos, não importa quanto esforço façamos ou quanto dinheiro gastemos. A igreja se torna irrelevante quando ela não passa de uma simples criação humana. Não temos condições de ser tudo o que fomos criados para ser quando tudo em nossa vida e em nossas igrejas se explica sem a obra e a presença do Espírito de Deus.”

“Talvez o que nos falte não seja teologia, e sim integridade teológica. Muitas pessoas possuem conhecimento, mas não tem a coragem de admitir a discrepância que existe entre as coisas que sabemos e nossa forma de viver.”

“É possível ter o suficiente de Deus? Ou tê-lo em excesso? Será que existe determinado ponto a partir do qual a pessoa pode se sentir satisfeita com a quantidade de intimidade, conhecimento e poder de Deus que experimenta? Não consigo ver como isso é possível. Afinal, cada encontro nosso com Deus não deveria produzir em nós uma sede ainda maior do Senhor?”

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