C. S. Lewis (1898-1963)
Foi um dos gigantes intelectuais do século 20 e talvez o mais influente escritor cristão de sua época. Lecionou literatura inglesa na Universidade de Oxford e inglês medieval e renascentista na Universidade de Cambridge. Escreveu mais de trinta livros, entre eles a famosa série “As Crônicas de Nárnia”, “O Problema do Sofrimento”, “A Anatomia de uma Dor”, “Cartas de um Diabo a Seu Aprendiz”, “Os Quatro Amores” e “Cristianismo Puro e Simples”. Este último foi o livro que mais levou intelectuais a se tornarem verdadeiramente cristãos na história da literatura. A vasta cultura e a grande projeção de Lewis não o impediram de declarar: “Meu bem maior está em outro mundo e o meu único e verdadeiro tesouro é Cristo”.

John Stott (1921- )
É umas das pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista “Time”. Foi pastor da All Souls Church, em Londres, capelão da rainha Elizabeth II e presidente do London Institute for Contemporary Christianity. Redigiu o pacto de Lausanne, o mais importante documento de missiologia do século 20, e é o pregador e escritor mais cristocêntrico da atualidade. Essa relação pessoal com o Senhor começou em fevereiro de 1938, há 72 anos, quando Stott abriu a porta para Jesus, com a idade de 17 anos. Para ele, Jesus “é o nosso destino e também o nosso predecessor, nosso acompanhante e a nossa senda”. Os mais conhecidos livros de Stott são Cristianismo Básico, Por que Sou Cristão, “A Verdade do Evangelho”, “Homens com uma Mensagem”, “O que Cristo Pensa da Igreja” e “Eu Creio na Pregação”.

J. I. Packer (1926- )
Quando estudante em Oxford, Packer ouviu as primeiras palestras de C. S. Lewis, 28 anos mais velho, e foi fortemente influenciado por ele. Ordenado ministro da Igreja da Inglaterra aos 27 anos, logo se associou ao movimento evangelical. Mudou-se para o Canadá em 1979 e se tornou professor e uma das pessoas mais influentes do Regent College, em Vancouver, onde permaneceu até 2004. Packer é um dos editores associados da Bíblia de Genebra e da revista “Christianity Today”. Sua obra principal e mais conhecida é “O Conhecimento de Deus”, publicado também na forma de devocionário (O Conhecimento de Deus ao Longo do Ano).

N. T. Wright (1948- )
É um dos mais conhecidos e respeitados estudiosos do Novo Testamento da atualidade. Certo do chamado de Deus para o ministério quando era um menino de 7 anos, ordenou-se aos 28 e sagrou-se bispo aos 55. Escreveu mais de quarenta livros, três deles publicados no Brasil (O Mal e a Justiça de Deus, Simplesmente Cristão e Surpreendido pela Esperança), é articulista de jornais como “The Times”, “The Independent” e “The Guardian”, e pregador televisivo. Tem nove títulos honorários de doutor em divindade, é membro do Parlamento Britânico e professor visitante de várias universidades, entre as quais se destacam a Harvard Divinity School (Estados Unidos), a Universidade Hebraica (em Jerusalém) e a Universidade Gregoriana (em Roma). É um especialista em escatologia (principalmente no que se refere à ressurreição) e costuma dizer que “Deus quer endireitar o mundo e para isso colocou em prática esse dramático projeto através de Jesus”.
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